
NÃO SE DEIXEM ENGAR POR MEIO DE CLAROS BRIGAMÍCIOS.
No mundo da politicagem, nem mesmo no mês das mulheres, há respeito para com elas, mesmo quando estão em momentos muito especiais.
Mas vamos lá!
Prognosticamente, um desejo: que a cada ano aconteçam eleições, pois assim a população, em geral, e especialmente as mulheres, poderá receber mais respeito, mesmo no mundo da politicagem, comumentemente para desinformar, colocado para a população como “político”.
Na politicagem, por intermédio de brigamícios, até aliados eleitorais velhos tornam-se aparentes, enganativos e momentâneos adversários eleitorais.
Posto, politicamente, continuarem “os mesmos”, como diriam-nos um saudoso poeta e uma saudosa interprete.
População e suas lideranças, não só os barbosas e os nezinhos, mas também praticamente todas as demais candidaturas eleitas por nós, lembremos bem disto, transformam-se em ‘defensores’ desta população ou – ao menos – de parintes e de inocentes nascentes.
Quiçá os ora lembrados ‘papel’ os fossem diariamente. Aqui, em São Sebastião, ali em Arapiraca e acolá em Palmeiras dos Índios, Coruripe, Delmiro Gouveia, Santana do Ipanema e em terras de Dandara e de Zumbi dos Palmares.
Ademais, nesses invernos eleitorais, ouvi – ou soube de – alguém parlamentar dizer-se cumpridor de seu respectivo papel, como forma de nutrir os condenáveis brigamícios.
Aliás, em aquém mar, amigos, um de Porto Calvo, terras de Calabar, e outro do turístico Maragogi, informam que naquele belo Litoral Norte alagoano as situações de desprezo populacional não são tão diferentes destas veredas.
Por quê?
Mas – prá provocar algum pensar – por que barbosas e nezinhos, há anos, deixaram e deixam os hospitais – mesmo até só se pensarmos as maternidades – e os milhões da população sumirem e agora nesse tenebroso Inverno – ou melhor – Outono, se autodenunciam?
Pelo ditado, milhões desaparecem sim, até provas em contrário, claro.
Aliás, não é difícil perceber-se que a empobrecida população do Arapiraca e de toda a Agreste compreende isto e disto. Sabe-se também que as transparências, administrativa ou legislativa, existem – ao menos juridicamente objetivadas - desde 05-10-1988, com a promulgação da atual Constituição Nacional.
Mas que, como princípios administrativos e legislativos, existem desde séculos anteriores às clãs político-eleitorais atuais, que se perpetuam no poder via a chamada dimensão filhotista, recentemente bem lembrada pelo jornalista Ricardo Motta.
Enfim, como diz Frei Leonardo Boff, precisamos compreender as sutilezas das nunes político-eleitorais para podermos enfrentá-las e alterá-las.
Que assim seja!
A RESPECTIVA PRESTAÇÃO DE CONTAS DO GOVERNO
REFERENTE AO EXERCÍCIO DE 2025 ESTÁ À DISPOSIÇÃO DA POPULAÇÃO PARA POSSÍVEIS E QUAISQUER QUESTIONAMENTOS’. Clique em https://onguedeolho.blogspot.com/2024/11/camaras-devem-divulgar-que.html
Bravo comentário Parabéns



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