
Se você transita pela rodovia despavimentada AL-485, no trecho São Sebastião-Feira Grande - ou vice-versa – ou Rodovia Dona Rosinha, irá se deparar com uma absurda armadilha.
Evitáveis ferimentos, sequelas e mortes podem ser causadas pela má desobra que lá está bem exposta e à espera de algum descuidado ou descuidada pessoa.
Falamos de o que deveria ser a ponte ou a passagem molhada sobre o Riacho Cariri, naquele povoado, próxima à casa da propriedade do senhor Abílio Rocha e da estrada vicinal de acessos aos povoados Poço Verde, Grotão, Jenipapo etc. à rodovia AL-485.
A "passagem molhada ou ponte do Cariri" é em uma curva e tem buracos nos seus 2 lados e bastante material de construção entulhado também nos seus 2 lados. E – acreditem - nenhuma sinalização para o absurdo perigo ali construído e existente. Nela também não há proteção lateral e para piorar a situação extremamente arriscada é localizada ao "pé" de uma grande ladeira, seja subindo ou descendo a mesma.
Apesar de a paralisada obra de pavimentação da mencionada rodovia estadual nos seus curtos 14 quilômetros ter 16 placas, nenhuma delas naquele local, que alerte para o visível PERIGO.
- E seriam precisas, no mínimo, 2 GRANDES, CLARAS E VISÍVEIS PLACAS alertando motoristas, motociclistas, carroceiros, ciclistas e carreiros e mesmo pedestres que por ali trafegam, especialmente à noite.
Os fatos foram observados em 12 do Outubro Rosa, 3, 11 e 16 desse Novembro Azul, quando a Vistoria Popular por lá transitava e refletia com residentes às margens daquela rodovia o que teria acontecido. A mencionada obra, a um custo de R$32 milhões, era para ser ou ter sido inaugurada em 14-10-2025, mas praticamente não se iniciou a obra, apesar das atividades de despistes.
Aí as inevitáveis perguntas deles e delas:
Para aonde teriam ido parar os quase R$32 milhões?
Além da população em geral, quais autoridades seriam responsáveis pelo, digamos, descasos e dinheiros, e fiscalizações deles e da qualidade da própria obra?
Nota-se, também, que aparentemente se procurava iludir e a enganar a população que passa pela rodovia.
Colocam-se pouquíssimos, só 4, operários para trabalharem e apenas uma máquina [retroescavadeira(?)], em locais diversos e alternados, e algumas poucas estão paradas e as demais já foram retiradas do "canteiro da obra", conforme informações colhidas anteriormente pela Vistoria com residentes no povoado Sítio Novo e vaqueiros e demais frequentadores do Curral do Gado, na Ladeira da Rosinha.
Estes fatos foram verificados em 30 do multicolorido setembro, em 12-10, e em 3 e 11 de novembro.
Por fim, os PT de Feira Grande e de São Sebastião, e outras entidades, estão elaborando o Relatório da Despavimentada Rodovia AL-485 para enviar o mesmo a órgãos estaduais, municipais e nacionais, com o objetivo de que eles atuem, conjuntamente ou individualizadamente, na urgente resolução da pavimentação da mencionada rodovia e na fiscalização dos dinheiros, bem como tragam essas informações ao povo.
Pois que - acreditem - a rodovia já ganhou mais 2 placas informando mais milhões. Assim, os 14 km já teriam saltado para cerca de R$50 milhões.
Tudo indica que são os R$32 milhões "iniciais", mais os acréscimos ou os "aditivos" de cerca de R$16 milhões, referentes a 2 pontes a serm construídas naquele trecho de 14km. Estranhamente, sem somar-se, pois lá não há indicativos, o custo da Passagem Molhada ou da Ponte do Cariri.
Uma passagem molhada construída em uma rodovia interestadual, será uma obra adequada? E qual o custo dela? Quem são os responsáveis por essa situação?
Eita!
Mas que carestia danada!
Obs.: este texto e suas questões continuarão na sua parte 02, sobre outros aspectos da passagem molhada em uma movimentada rodovia.
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Fórum de Controle de Contas Municipais em Alagoas – 17-11-2025,



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